
Escrever sempre foi o maior objetivo, maior do que todos e quaisquer sonhos que alimentamos na vida. Ao objetivo sempre esteve atrelada a certeza, uma certeza que nunca esmoreceu diante das dificuldades. Nada há de original em ser escritora desde a adolescência e em buscar editoras para a publicação dos livretos que eu insistia em dizer que eram bons. Nada original, e milhares de escritores confirmariam. Mas a idéia não é ser original...
Em 2003, desenvolvi a técnica de produção artesanal e publiquei meu primeiro livreto de contos para adultos: O Centauro Amarelo. Foi a sensação de liberdade mais gratificante. Poucos livros vendidos, praticamente todos para amigos e familiares. Mas, ainda assim, a sensação de que ser escritor não implica em conquistar a aprovação do mercado editorial foi maior do que a tímida aparição desta estreante. Vencia, assim, a primeira barreira: de que livro não se encontra apenas nas livrarias.
E agora, em 2008, decidi mais uma vez pela publicação artesanal, ao invés de custear uma edição independente, e lancei A Claridéia de Percival, romance infantil, mas sem limites de faixa etária. Aprecie um pouco da obra:
Em 2003, desenvolvi a técnica de produção artesanal e publiquei meu primeiro livreto de contos para adultos: O Centauro Amarelo. Foi a sensação de liberdade mais gratificante. Poucos livros vendidos, praticamente todos para amigos e familiares. Mas, ainda assim, a sensação de que ser escritor não implica em conquistar a aprovação do mercado editorial foi maior do que a tímida aparição desta estreante. Vencia, assim, a primeira barreira: de que livro não se encontra apenas nas livrarias.
E agora, em 2008, decidi mais uma vez pela publicação artesanal, ao invés de custear uma edição independente, e lancei A Claridéia de Percival, romance infantil, mas sem limites de faixa etária. Aprecie um pouco da obra: